LIMITES E HORIZONTES DO PENSAMENTO HUMANISTA – A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE E O SENTIDO DA EXISTÊNCIA: UM OLHAR SOBRE A ÉTICA, A POLÍTICA E A NATUREZA HUMANA

Esdras Wagner de Sousa

Resumo


O presente trabalho investiga o humanismo em questão, analisando a crítica ao humanismo teórico e a problematização da existência a partir do pensamento de Carl Rogers. Embora sua obra não tenha sido formalmente orientada pela fenomenologia, identificam-se desdobramentos dessa natureza em várias dimensões de sua prática. A pesquisa examina como os pressupostos da psicologia humanista e da filosofia existencialista convergem na investigação da estrutura essencial do sujeito e do indivíduo. Sob a ótica da antropologia filosófica, o homem é posicionado como centro da especulação, ao mesmo tempo em que sua vulnerabilidade é confrontada pelos modos de existir na realidade contemporânea. A análise busca articular as diversas perspectivas teóricas e filosóficas que emergem desse contexto controverso, oferecendo um olhar fundamentado na ética e na política. Conclui-se que a antropologia filosófica assume papel primordial na compreensão da diversidade e das possibilidades de teorização da existência humana na atualidade, consolidando-se como um campo relevante para o diálogo entre a clínica e a fundamentação filosófica.


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